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Enfrentando a 'Banalidade do Mal' na Sociedade: Por que você não precisa ser amado, mas deve inspirar 'Temor' (Respeito)

Explorando o fenômeno da 'Banalidade do Mal' na sociedade, e como os indivíduos podem cultivar um estado interior e uma estratégia exterior de 'Temor e Amor' e a postura de uma pessoa forte para lidar com a malícia generalizada.

Nesta sociedade aparentemente civilizada, você já sentiu um tipo de malícia que não pode ser expressa em palavras?

Talvez sejam insultos infundados na internet, dificuldades inexplicáveis de colegas no local de trabalho, ou até mesmo clientes irracionais no setor de serviços. Esses “males das bases”.

A parte mais chocante é que aqueles que cometem o mal muitas vezes não são grandes vilões; eles podem ser seus vizinhos ao lado, ou trabalhadores de escritório de aparência comum. Seus motivos para fazer o mal são humildes a ponto de serem absurdos:

Apenas para “matar o tempo” ou “buscar prazer psicológico”

Diante dessa banalidade do mal onipresente, devemos continuar a ser o “cara legal” que agrada a todos, ou devemos aprender a estabelecer os limites de uma pessoa forte?

Banalidade do Mal: A Malícia Frequentemente Vem do Tédio e da Inveja

A chamada “Banalidade do Mal (Banal Evil)”, sua maior característica reside em sua “ordinariedade”. Essas pessoas não têm rostos ferozes; elas cometem o mal devido à preguiça coletiva em relação à verdade.

Você já notou que a maioria das pessoas joga pedras simplesmente porque vê outros jogando?

Esse engano deliberado e fabricação de ilusões são precisamente para obter aquela superioridade psicológica distorcida em um falso terreno moral elevado. Esse “mal sem causa” existe exatamente como o karma coletivo.

Devemos entender uma verdade:

Pessoas más geralmente não se atrevem a intimidar os fortes; elas visam especificamente os “fracos.

Se você agir como alguém mole, eles continuarão a intimidá-lo.

Portanto: Em vez de implorar pela bondade ou amor dos outros, é melhor tornar-se forte o suficiente para fazer as pessoas “temerem” (respeitarem) você.

Por que você não precisa ser amado, mas deve inspirar “Temor” (Respeito)?

O escritor Li Ao mencionou uma vez uma profunda revelação:

O desejo das pessoas por amor é barato e humilde. Em vez de esperar que todos gostem de você, é melhor fazer as pessoas temerem você.

O “medo” aqui não se refere à intimidação pelo poder, mas ao significado de “Temor e Amor (Awe and Love)” no Budismo. O estado interpessoal ideal deve ser como a atitude de um discípulo em relação ao Buda:

Sentir temor (não ousar ofender) devido à perfeição e majestade do Buda, e admiração (querer estar perto) devido à sua sabedoria e compaixão.

A verdadeira segurança não deve ser depositada na bondade dos outros. Quando você tem um forte “poder de concentração” (Samadhi), elogios ou críticas externas não podem abalá-lo.

Quando a outra parte sabe que “não pode enganá-lo” e “não pode se dar ao luxo de provocá-lo”, a malícia se dissipará naturalmente.

Cultivando o Mecanismo de Defesa Interior do Forte

Como cultivar uma alma que nem mesmo a malícia ousa olhar diretamente? Você pode tentar os seguintes métodos de cultivo específicos:

Método Explicação
1. Método de Desconexão Neural Diante de avaliações externas, sejam elogios ou calúnias, pratique olhar para elas como “um vegetariano olhando para carne de porco assada”. Você sabe que é carne, sabe até que cheira bem, mas seu sistema nervoso não gerará “apetite” (reação emocional) de forma alguma. Deixe a cognição e a emoção serem completamente separadas, para que a malícia não possa penetrar sua rede de proteção.
2. Cálculo Kármico do Primeiro Pensamento Quando ocorre um choque, o primeiro pensamento não deve entrar em uma reação emocional, mas ativar imediatamente o “cálculo kármico”. Pergunte a si mesmo: “Por que aconteceu? Qual é a origem?”. Quando seu cérebro está ocupado calculando dados e analisando causas, as emoções não podem sequestrar sua consciência, e você pode manter uma perspectiva de observador calmo.
3. Perspectiva de Decomposição Física Este é um método para quebrar o mito da aparência. Reduzir a outra parte à matéria (como empilhamento de proteínas, estrutura esquelética). Através da “Meditação do Esqueleto” ou decomposição física (como imaginar que a outra parte é um agregado de 376 peitos de frango), elimine a obsessão excessiva ou o medo de “pessoas” e retorne à observação material calma.

Tornar-se Forte é a Maior Compaixão pela Sua Própria Vida

Tornar-se forte não é para derrotar os outros, mas para entender a si mesmo com veracidade.

A verdadeira força é ser maximamente responsável em cada pensamento que surge.

Quando você possui o cultivo de “externamente vigoroso e decisivo (meios), internamente inabalável (estado mental)”, você não será mais uma vítima na inundação de malícia, mas um observador e mestre sóbrio.

Pare de implorar por aprovação barata. Dê a si mesmo uma alma forte o suficiente para encontrar esse “poder de concentração” inabalável neste mundo caótico.

Enfrentando a ‘Banalidade do Mal’ na Sociedade: Por que você não precisa ser amado, mas deve inspirar ‘Temor’ (Respeito);

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